Entenda o programa e veja se combina com você
O Jovem Aprendiz NU é uma das portas de entrada mais acessíveis para quem quer começar na área de tecnologia e finanças com todos os direitos garantidos por lei. A empresa procura jovens com vontade de aprender, sem cobrar histórico profissional nem curso técnico prévio.
O que é o programa jovem aprendiz
Ele segue a Lei da Aprendizagem, a 10.097 de 2000. Ela permite que jovens de 14 a 24 anos trabalhem com carteira assinada enquanto continuam na escola, e obriga toda empresa de médio e grande porte a manter um número mínimo de aprendizes no quadro. A formação teórica é obrigatória por lei e acontece junto com uma instituição parceira, o que garante aprendizado real desde o primeiro dia, não só a prática do dia a dia dentro da empresa.
Como funciona na prática
O aprendiz cumpre de 4 a 6 horas por dia, de segunda a sexta. Parte do tempo fica dentro da empresa, acompanhando as rotinas do setor onde está alocado, e parte é dedicada à capacitação em entidade credenciada, com aulas voltadas para o mercado de trabalho. Dá para conciliar escola, curso e renda sem sobrecarga, já que a carga horária é reduzida justamente para respeitar o tempo de estudo.
O que você leva ao final do contrato
Além da experiência prática e da renda mensal, o aprendiz sai do programa com um certificado reconhecido pelo mercado e com uma vivência real de rotina corporativa, algo que costuma pesar bastante em qualquer processo seletivo futuro, mesmo fora da empresa onde o contrato aconteceu.
Quem pode se candidatar e como funciona a seleção
Qualquer jovem dentro da faixa etária pode tentar uma vaga. O NU busca candidatos com interesse em tecnologia e finanças, e o critério de escolaridade mais comum é estar cursando ou já ter concluído o ensino médio. Não é preciso ter trabalhado antes, nem apresentar curso técnico ou certificação prévia.
O salário é proporcional à carga horária. Em contratos de 4 horas por dia, o valor fica perto de R$ 712,99. Em contratos de 6 horas por dia, sobe para cerca de R$ 1.069,48, com base no salário mínimo de R$ 1.621,00 e no valor da hora de R$ 6,42. Esses valores acompanham o mínimo vigente e podem ser reajustados conforme a legislação muda.
As cinco etapas do processo seletivo
O processo segue cinco etapas, sempre nessa ordem: cadastro no portal oficial, triagem do currículo, entrevista comportamental, retorno da empresa e, por fim, a contratação com assinatura do contrato CLT.
No cadastro, você preenche dados pessoais e escolares direto no site oficial. Na triagem, o recrutador confere se o perfil enviado atende aos critérios básicos da vaga, como idade e escolaridade. Na entrevista, a avaliação é sobre comportamento, comunicação e objetivos, não sobre conhecimento técnico. Depois da aprovação, o retorno chega por e-mail ou WhatsApp, geralmente no mesmo canal usado no cadastro. Por fim, na contratação, a empresa pede os documentos necessários e fecha o processo com a assinatura do contrato de aprendizagem.
O que ajuda a passar em cada fase
Manter o cadastro sem erros de digitação, responder o recrutador com agilidade e chegar pontual na entrevista costumam pesar tanto quanto o próprio currículo. Como o processo é feito majoritariamente online, manter e-mail e telefone sempre acessíveis durante todo o período de seleção evita perder um contato importante da empresa.